Para quem
O que fazemos
Início / Produção de vídeo para empresas
Institucional, marca empregadora e conteúdo de autoridade para empresários, indústria e agronegócio em Uberlândia e no Triângulo Mineiro.
O ponto de partida
Em venda entre empresas, quem decide raramente é quem você conheceu. A proposta circula, é lida por gente que nunca falou com você, e é comparada com outras duas que chegaram no mesmo dia.
O que sobra de você nessa mesa é a percepção que a sua marca construiu antes. E percepção não se improvisa no momento da proposta.
Vale para vender, e vale para contratar. Empresa que não comunica quem é disputa talento apenas por salário, que é a disputa mais cara que existe.
Para quem é
A maioria das empresas precisa das três, em momentos diferentes do ano.
Falar com a Pixel ↗O problema real
Quase toda empresa média tem um vídeo institucional feito uma vez, com locução, drone e trilha épica. Ele custou caro, foi usado por seis meses e hoje mostra uma fachada que já mudou.
O problema não é o vídeo. É achar que comunicação é um projeto com começo e fim, quando ela é uma operação contínua. Peça única envelhece. Constância constrói.
E existe um custo invisível: enquanto a sua empresa some, o concorrente aparece toda semana. Quando chega a hora de escolher fornecedor, ele já está na cabeça de quem decide.
Como funciona
Cinco etapas visíveis, de dez no total. A gravação é a quarta, e ela dura uma hora.
Ver o método completo Gravação mensalFormatos
No planejamento definimos qual desses formatos serve ao momento do seu negócio, e a partir daí vêm o roteiro, a direção de fotografia, a direção de vídeo e a gravação.
Apresenta a empresa, a estrutura e o jeito de trabalhar. Serve para proposta comercial, site e primeira reunião.
Formato 01O dono ou o diretor falando do mercado, não do produto. É o que constrói autoridade e abre porta.
Formato 02Fábrica, campo, equipe, processo. Prova visual vale mais que adjetivo, sobretudo na indústria e no agro.
Formato 03O formato pode mudar ao longo do contrato, quando o objetivo muda. O que não muda é a ordem: primeiro a decisão, depois a produção.
Como funciona no B2B
Em venda entre empresas o conteúdo raramente fecha negócio sozinho. Ele trabalha em quatro momentos, e cada um pede uma coisa diferente.
Conversar sobre issoResultado
Bastidor
Escritório, indústria, loja ou fazenda. A equipe leva o set até onde a empresa acontece, porque o ambiente real comunica mais do que qualquer fundo neutro.
Toque em qualquer um para assistir na íntegra, com som
Não trabalhamos com tabela pronta. Cada projeto é avaliado com calma, a partir do momento em que a sua empresa está e do que ela precisa agora. O que define o escopo é o volume de vídeos, a frequência de gravação e se o trabalho inclui planejamento e gestão de conteúdo ou apenas a produção. A primeira conversa serve para entender isso, e ela não tem custo.
Dá, mas rende menos. Conteúdo institucional constrói a marca, conteúdo com o dono constrói relação. Se você não quiser aparecer, o caminho é escolher outra pessoa da liderança para ser a voz, e sustentar essa escolha.
Cerca de três horas no primeiro mês e uma hora e meia nos seguintes. Menos que uma reunião comercial por mês.
Funciona, e o mecanismo é outro. Em B2B o conteúdo não gera venda direta, ele encurta desconfiança e mantém sua empresa presente durante um ciclo de decisão que pode durar meses. A seção sobre ciclo de venda acima detalha os quatro momentos.
Sim. Para indústria e agro é justamente onde está a prova visual que nenhum estúdio reproduz. A captação é planejada para não atrapalhar a operação.
Serve, e é um dos usos que mais paga. Empresa que mostra como é por dentro contrata mais rápido e disputa menos por salário.
A gente olha antes de propor refazer. Institucional que ainda representa a empresa continua servindo, e o trabalho passa a ser a constância que faltou depois dele.
Sim, no Triângulo Mineiro e em outras praças conforme o projeto.
Vamos conversar
A primeira conversa é um diagnóstico do seu posicionamento, não uma apresentação de proposta. E não tem custo.